sábado, 2 de setembro de 2017

No que depende de mim, estou pronto...

O apóstolo Paulo em Romanos 1.15, demonstra a prontidão que tinha para a anunciar o evangelho de Cristo aos habitantes de Roma. Esta prontidão que Paulo nutria com respeito a pregação do evangelho, era fruto de sua convicção, de ter sido chamado para ser apóstolo. Pesava sobre Paulo o dever que tinha de anunciar o evangelho (1Co 91.16).
Semelhante a Paulo, o Rev. Ashbel Green Simonton, teve o mesmo sentimento. Depois de sua conversão resolveu cursar o Seminário, preparando-se para o ministério pastoral. No Seminário, no dia 14 de outubro de 1855, depois de ouvir um sermão proferido por seu professor o Dr. Charles Hodge, sentiu-se despertado pela necessidade de pregar o evangelho aos pagãos e passou “a pensar seriamente no trabalho missionário no estrangeiro” (O Diário de Simonton. Cultura Cristã, 2002, p. 96). Em 10 de outubro de 1857, Simonton escreve a respeito de sua decisão de ser missionário: “No que depende de mim, estou pronto para partir; e sinto, mais do que nunca, ser este o caminho de meu dever” (O Diário de Simonton, p. 110).
É claro que o dever de pregar o evangelho, que Paulo e Simonton tinham sobre seus ombros, não se trata de um dever exclusivo, daqueles que são chamados e separados para o ministério pastoral e missionário. Todos os crentes, independentemente se são ou não vocacionados para o ministério pastoral ou missionário, são chamados por Cristo para serem suas testemunhas fiéis e desta forma, possuem também o dever de pregar o evangelho (Mt 28.18-120; At 1.8).
Esta obrigação que temos, que recebemos por ocasião de nossa conversão, deve também, exercer sobre nós um peso, conduzindo-nos a mesma disposição e prontidão para pregarmos evangelho a toda a criatura. Cada crente é capaz de “proclamar as virtudes daquele que [nos] chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1Pe 2.10).

Que a declaração do apóstolo Paulo, repetida mais tarde por Simonton, seja também a nossa: “No que depende de mim, estou pronto”.

O Cristão e a Internet

Não é incrível o avanço que tivemos com o surgimento da internet? Muitos foram os ganhos que tivemos com o seu surgimento e propagação. Lembro-me que, em 1999, quando pastoreava na cidade de Miracatu-SP, tive que mandar um arquivo eletrônico para um conhecido. Como eu não tinha internet em casa, pois, não havia chegado ainda em tal cidade, tive que gravar o arquivo em um disquete e enviá-lo por carta pelo correio. Isto é algo inimaginável em nossos dias.
Com a chegada da internet e com o uso que fazemos de suas várias ferramentas e redes sociais, tivemos uma reviravolta na maneira como vivemos e nos relacionamos. Hoje, conseguimos acessar informações, que nunca antes fora possível, em pequeno espaço de tempo e com apenas um clique. Mantemos contato diário e constante com parentes e amigos, que estão a quilômetros de distância, o que antigamente só era possível por telefone (e custava caro) ou carta (e demorava bastante). Através das redes sociais, conseguimos propagar ideias, evangelizar, divulgar princípios bíblicos, ouvir bons pregadores e etc. Hoje, muitos nem conseguem imaginar o que seria viver sem internet. Só quem viveu no período pré-internet sabe o que é essa experiência.
No entanto, apesar dos avanços e dos ganhos que tivemos, a internet tem sido um meio utilizado para o mal ou mal utilizado. O poder do mal, das transgressões, da vaidade humana, e ou do pecado, têm sido potencializados. Pense por exemplo, na fofoca ou na maledicência. Antigamente, qunado não havia internet, falar mal de alguém tinha um alcance bem mais limitado. Hoje, quando falamos mal de alguém ou divulgamos pelas redes sociais uma fofoca, ou emitimos uma opinião que afeta a imagem de alguém, isto tem um alcance tremendo e o seu estrago é muito maior.
O incrível de tudo isso, é que muitos cristãos, não conseguem entender, ou não ligam, ou não se apercebem, que no ambiente virtual não vale tudo. Muitos acham que estão vivendo num mundo paralelo, num ambiente neutro, onde não precisam aplicar os princípios e ensinamentos cristãos. Nunca antes na história, a ficção da trilogia de Matrix foi tão real. Mesmo na ficção, como no filme de Matrix, aquilo que acontecia dentro de um programa de computador, dentro de uma rede específica, embora ocorresse num ambiente virtual, ainda sim, afetava realmente a vida de seus personagens. Alguém, na batalha virtual contra o domínio das máquinas, poderia morrer realmente, mesmo estando só conectado. Nos esquecemos muitas vezes, que quem está na frente da tela digitando ou postando e quem está do outro lado lendo ou acessando, continuam sendo pessoas reais, detentoras de sentimentos, coração, alma, ou seja, são pessoas de carne e osso, e que serão afetas, seja para o bem, seja para o mal, por nossas “ações virtuais”.
Desta forma, aqueles que professam a fé cristã, devem ter mais cuidado com o uso de tal tecnologia. Mesmo sendo um ambiente virtual, não se esqueçam de que, ainda sim, ali, os pecados são reais e a gravidade de nossos atos podem ser potencializados, agravando a nosso culpa. Mesmo em um ambiente virtual, nossa santificação e obediência a Cristo e a sua Palavra, devem ser reais. Sendo assim, vale ali, o mandamento de Cristo Jesus: “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mt 5.48).

Por que não evangelizamos?

Não sei por qual razão, não evangelizo mais do que tenho feito. Na verdade minha experiência nesta tarefa sempre foi agradável. Apesar de ter tido algumas reações desfavoráveis e antipáticas, por parte de algumas pessoas que abordei, no entanto, na maioria das vezes as pessoas foram receptivas, educas e algumas vezes gratas pelas palavras que ouviram.
Sempre voltei de um trabalho de evangelização de rua – aquele que é feito porta em porta – contente, satisfeito, com a sensação de dever cumprido e com vontade de participar de outro. Isto me ocorre todas as vezes que compartilho com alguém o Evangelho de Cristo, seja num trabalho específico de evangelização, seja em alguma outra oportunidade. Este sentimento de satisfação,  pude perceber também em outros irmãos que se envolveram com esta tarefa.
No entanto, percebo que apesar de tais sentimentos – que a princípio deveriam nos estimular a evangelização – evangelizamos menos do que deveríamos.  Por que será? Por que é tão difícil começarmos a evangelizar? Por que nos empenhamos tão pouco nessa tarefa?
Possivelmente uma resposta a estes questionamentos esteja no fato de que a evangelização, não faça parte de nossas prioridades de vida.  Ou quem sabe achamos que não se trata de uma tarefa nossa, ou quem sabe pensamos que seja opcional.
Precisamos entender que evangelizar não se trata de uma tarefa opcional. Evangelizar é uma tarefa que tem haver com o DNA do cristão. Somos chamados por Cristo para sermos seus discípulos. O discípulo deve agir, pensar e se conduzir conforme seu mestre. Logo, se somos discípulos de Cristo ele é nosso mestre. Sendo assim devemos fazer o que ele nos manda fazer.
Evangelizar é uma ordem, portanto precisamos cumpri-la. Precisamos fazer da evangelização um estilo de vida. Não só atender a convocação da igreja, quando convoca seus membros para um dia especial de evangelização, com entrega de folhetos, por exemplo. A evangelização deve ser um estilo de vida. Devemos estar sempre prontos para evangelizar. No trabalho, na escola, no supermercado, etc. Uma forma de evangelizarmos ou termos isto como meta é estabelecer relacionamentos com as pessoas ao nosso redor.
No livro O Evangelho e a Evangelização, Mark Dever diz que precisamos planejar parar de não evangelizar. Ele sugere  doze passos para isso: orar, planejar, aceitar, entender, ser fiel, correr o risco, preparar, ver, amar, temer, parar e considerar.
Planeje evangelizar. Ore para que Deus lhe dê oportunidades para evangelizar. Aceite esta tarefa que é sua. Entenda que é seu dever. Seja fiel a Deus nesta área. Corra o risco a fim de evangelizar. Veja o que Deus está fazendo dando-lhe oportunidades de evangelizar. Ame as pessoas e compartilhe com elas a verdade do evangelho. Tema a Deus e não aos homens. Pare de se isentar da sua responsabilidade. Considere o que Deus fez por você em Cristo, seja-lhe grato e o glorifique na evangelização.
Sigamos os passos sugeridos e façamos da evangelização um estilo de vida e decidamos parar de não evangelizar.

segunda-feira, 26 de junho de 2017

O cuidado providente de Deus

Algumas vezes na vida cristã achamos que por estarmos servindo a Deus, as coisas poderiam ser mais fáceis. Temos a tendência de achar que a bênção de Deus e seu cuidado gracioso, só se evidenciam quando as coisas vão bem e não estamos enfrentando qualquer dificuldade. Então, em tais circunstâncias, nos sentimos abençoados. A Bíblia demonstra que mesmo quando as circunstâncias da vida se tornam difíceis, Deus nos abençoa e faz com que tudo contribua para o nosso bem e para a sua glória (Rm 8.28). A graça de Deus muitas vezes se torna evidente na vida cristã, em meio ao sofrimento (2Co 12.9).
Paulo queria visitar Roma para pregar o evangelho (Rm 1.15) e o Senhor havia lhe revelado que isso aconteceria (At 23.11), mas, isso não aconteceu facilmente. Embora a viagem tenha sido difícil e o navio tenha naufragado, por meio de sua providência Deus cuidou de Paulo e de todos os que estavam a bordo do navio, ao todo duzentas e setenta e seis pessoas (At 27.37). As circunstâncias difíceis, não foram obstáculos suficientes para impedir que a vontade do Senhor se realizasse para o bem de Paulo e da pregação do evangelho. Deus fez com que tudo cooperasse para que a sua vontade se realizasse, até mesmo o mau tempo e o naufrágio do navio. Deus governou todos os acontecimentos, fazendo com que sua vontade se cumprisse. Todas aquelas pessoas puderem ver e experimentar do cuidado providencial de Deus e de que sua palavra não falha.
Paulo provou do cuidado de Deus, que colocou em seu caminho, pessoas que o serviram e o ajudaram. Júlio foi alguém que o tratou com humanidade e protegeu a vida de Paulo (At 27.3, 43). Quando chegaram a ilha de Malta, os seus moradores, receberam os náufragos e os trataram com singular humanidade (At 28.2, 10). Possivelmente a expectativa era que tais moradores fossem hostis, mas, eles diferentemente, contrariando tal expectativa, surpreenderam os visitantes com especial cuidado. Naquela ilha, Paulo também pode se hospedar na casa de Públio, o principal morador de Malta (28.7). Não seria tudo isso, prova do cuidado de Deus com Paulo e os demais, preparando-lhes pessoas que os servissem e os ajudassem? A despeito de todas as dificuldades enfrentadas por Paulo em sua vida e ministério, Deus nunca o desamparou, mas cuidou de seu servo. Este cuidado providente de Deus alcança todos os crentes. Devemos perceber esse cuidado em todas as coisas.

Testemunhar de Cristo pode ser uma tarefa difícil, como experimentou Paulo, no entanto, para realizar esta tarefa, contamos com a assistência de Deus. Em tudo, e em todas as coisas e circunstâncias, podemos dizer: “até aqui, nos ajudou o Senhor” (1Sm 7.12).

A Pregação do Evangelho em nosso cotidiano - Marcos 16.15

A pregação do Evangelho por todo o mundo, trata-se de uma incumbência, que recebemos de nosso Senhor Jesus Cristo. Sabemos, conforme os registros nos Evangelhos, de que cada crente tem o dever de anunciar a Cristo Jesus. É bem verdade, que existem aquelas pessoas, que Deus capacitou com o dom de evangelista, e que têm maior facilidade para desempenhar essa incumbência, no entanto, todos nós recebemos o Espírito Santo, em nossa conversão, e somos por ele capacitados com poder para sermos testemunhas de Cristo Jesus em todos os lugares (At 1.8).
Desta forma, conforme dissemos acima, é dever de cada um de nós anunciar a Cristo Jesus a todas as pessoas. O que falta muitas vezes para nós, é na verdade, colocar em prática a ordem que recebemos, e fazer isso, não é tão difícil como pode parecer. O que precisamos na verdade é abrir a nossa boca e aproveitar as oportunidades que nos sãos apresentadas.
Esta semana tive a oportunidade de fazer isso. Em razão de uma necessidade, tive que utilizar o transporte por aplicativo chamado Uber. Fiz uma chamada por aplicativo, solicitando uma viagem. Logo, fui atendido e iniciei a viagem, que em razão do trânsito, durou mais do que o esperado. Durante o tempo de viagem, que durou cerca de uma hora, comecei a conversar com o motorista. Começamos a nos conhecer, conversando sobre trivialidades. Logo, quando me dei conta, estávamos conversando sobre questões de fé e relacionadas ao Evangelho. Descobri que ele, quando criança, frequentara com sua vó, uma igreja evangélica, e que embora tenha se passado muito tempo, ele se lembrava de modo especial de um hino que ouvia ser cantado em tal igreja – “Ao Deus Grandioso”, hino 26 de nosso hinário.
Essa conversa e a oportunidade que tive de testemunhar de minha fé em Cristo, fluiu naturalmente. Pude perceber, como que Deus prepara oportunidades para testemunharmos, e que, precisamos estar apercebidos disso e começar a falar, a abrir a nossa boca.  

Em seu dia-a-dia, no contato com as pessoas, procure testemunhar de Cristo. Abra sua boca, comece a conversar. Busque um ponto de contato na conversa, para que você possa começar a testemunhar de sua fé e falar de Cristo.

Acolhendo visitantes - 1Pedro 4.9

Há poucos dias a trás, me encontrei com um amigo querido e sua família, que estavam de passeio a São Paulo. Meu amigo, em seu último dia nesta cidade, convidou-me para ir com ele e sua família, a certa igreja, ouvir determinado pregador. Aceitei o convite, e à noite nos dirigimos a tal igreja.
Éramos visitantes nessa igreja, ninguém nos conhecia. Aliás, ninguém daquela igreja, nem membros ou liderança, nos conhece até hoje, visto que, entramos pela porta, nos assentamos para participar do culto, e ao final nos dirigimos à porta, sem ninguém ter-nos perguntado quem éramos ou de onde viemos. Entramos e saímos e mal recebemos um “boa noite”.
Eu estava com minha Bíblia na mão e pode ser que tenham pensado: “Este é crente e não precisa voltar aqui, visto que, já deve ter a sua igreja”. Agora, no caso de meu amigo e sua família eles não tinham uma Bíblia à mão, pois, acessaram suas Bíblias do celular. Poderia ser, que ele fosse uma visitante não-crente, e aí? E aí, que se ele estivesse esperando ser bem recebido para voltar lá, certamente, não teria isso como razão para voltar. A não ser que, entendesse verdadeiramente a necessidade de retornar, por uma necessidade espiritual, para ouvir novamente a Palavra de Deus sendo pregada.
Tal situação serviu, para que eu percebesse, como deve se sentir um visitante que entra pelas portas de uma igreja e que mal é notado e como é importante dar atenção a um visitante. Possivelmente havia naquela noite, outras pessoas visitando e pode ser, que dentre aquelas pessoas existisse um visitante carente de Cristo e que precisasse ser notado e conhecido para que se sentisse à vontade para expor suas necessidades espirituais. Isto não saberemos, e talvez, se esse hipotético visitante não se dirigiu a ninguém e nem foi procurado por ninguém, nunca ninguém saberá que ao menos ele esteve ali.
É claro que a conversão de alguém somente acontecerá, por ação do Espírito Santo. Naquela noite o Evangelho de Cristo foi pregado e se havia ali um pecador necessitado da salvação e se tal pecador foi chamado eficazmente pelo Espírito, ele sem dúvida nenhuma se converteu. No entanto, não devemos esquecer de nossa responsabilidade. Certamente é nosso dever dar atenção aos visitantes, iniciar algum diálogo e estabelecer empatia. Tal atitude poderá ser determinante, para que, um visitante, sendo bem recebido, possa, quem sabe permanecer na igreja. 
Jesus ao longo de seu ministério, encontrou-se com diversos pecadores e ao estabelecer empatia com tais pessoas, criou ambiente para que ouvissem do Evangelho e se convertessem (Jo 4.1-30).

Como Igreja do Senhor Jesus, devemos imitar a Cristo, recebendo bem os visitantes, criando oportunidade para lhes falar ao coração de forma empática.

A Bíblia: referencial para a família - 2Timóteo 3.14-17

Quantas vezes vocês pais, cônjuges, se sentiram impotentes diante dos desafios familiares? Viver em família, estar casado, administrar os problemas, educar filhos, não são tarefas fáceis, ainda mais, quando consideramos o contexto social em que vivemos e as muitas vozes que ecoam, tentando nos indicar soluções. São muitas as dificuldades enfrentadas e às vezes, a saída não é fácil de ser encontrada.
Diante de tal quadro, os pais, ou os cônjuges, precisam buscar um referencial seguro, uma voz que de fato indique a saída, a solução, que aponte um caminho seguro. Onde podemos encontrar tal referencial, tal voz? Podemos encontrar tudo isso nas Escrituras. A Palavra de Deus, a Bíblia é totalmente suficiente, para nos munir de tudo quanto precisamos para enfrentar os desafios da vida familiar. Ela é a Palavra de Deus e nela encontramos todo o conselho de nosso Deus e Pai.
O apóstolo Paulo, escrevendo a Timóteo, indica-lhe o caminho seguro para que ele pudesse se orientar como pastor e pudesse orientar sua igreja, diante dos desafios da vida, num mundo caracterizado pelo pecado (2Tm 3.1-9). Paulo diz que Timóteo deveria permanecer nas Escrituras, pois, ela provinha de Deus e era suficiente para toda e qualquer situação. O que Paulo disse a Timóteo é válido para os crentes em todos os tempos. A Bíblia é inspirada por Deus e útil em todas as questões. Através dela e nela, os servos de Deus, podem encontrar as orientações e conselhos, para enfrentar os desafios familiares. Sejam quais forem os desafios e dificuldades, as Escrituras Sagradas, podem nos indicar o caminho seguro.
O grande problema é que muitas vezes nos desviamos das Escrituras e achamos mais interessante e apropriado o conselho que ouvimos nas redes sociais ou naquele programa de televisão e etc. Muitas vezes achamos, que para o nosso problema, precisamos ouvir um especialista, alguém formado em determinada ciência e que nos apresente um conselho. Não estou dizendo que, não podemos ouvir um conselheiro, e que seja verdadeiramente cristão. O que estou dizendo é que muitas vezes nos esquecemos de que a Bíblia – esse  livro de capa preta, muitas vezes esquecido, durante a semana em nossa estante – deveria  ser nosso manual de vida.
O melhor e mais sábio dos conselheiros está ao nosso alcance, quando abríamos as Escrituras e nos submetemos à sua “voz”, que ecoa de sua leitura. O Deus Trino, fala conosco e nos indica o melhor caminho, a melhor solução, na verdade o único caminho e a única solução verdadeira para o nosso problema e desafio.

Que a Palavra de Deus, verdadeiramente esteja em cada coração e lar, e que seja a voz conselheira ouvida pelos pais e cônjuges.